As metodologias ativas na Educação Infantil reconhecem que bebês e crianças pequenas aprendem principalmente pela experiência, pela exploração, pelo brincar e pelas relações que estabelecem com outras pessoas e com o ambiente. A criança participa ativamente do processo de aprendizagem, escolhendo, experimentando, levantando hipóteses, resolvendo pequenos desafios e conhecendo a partir de situações significativas e seguras para sua faixa.
Entre os zero e os seis anos, falar em protagonismo não implica transferir para as crianças responsabilidades que pertencem ao adulto. O melhor desenho é criar condições para que ela desenvolva, progressivamente, autonomia, curiosidade, iniciativa e confiança. A professora tem um papel fundamental nesse processo: observa, acolhe, organiza os espaços, propõe experiências, faz intervenções e amplia as descobertas das crianças, respeitando o ritmo e as necessidades de cada fase do desenvolvimento.

No Colégio Itatiaia, essa forma de aprender está integrada a uma proposta humanista que valoriza o vínculo, a participação, a colaboração e a aprendizagem por meio de experiências concretas. Projetos, brincadeiras, investigação, diferentes linguagens e espaços pensados para favorecer a exploração ajudam a transformar os conteúdos e objetivos de aprendizagem em experiências vivas e significativas. Dessa forma, a criança não apenas recebe informações: ela participa, experimenta, interage e, pouco a pouco, constrói sua própria compreensão do mundo.

Para a faixa posterior, da alfabetização ao ensino fundamental II, a Peak School compreende profundamente essa importância e integra metodologias ativas em sua proposta pedagógica, combinando-as com uma educação humanizada e personalizada. Através de espaços planejados, atividades práticas e acompanhamento individual, a escola cria um ambiente onde cada criança pode desenvolver seu potencial pleno, respeitando seu ritmo e suas características únicas.
O Que São Metodologias Ativas na Educação Infantil
Definição e Conceito Fundamental
Na Educação Infantil, métodos tradicionais costumam aparecer quando o ensino é muito centrado no adulto e em atividades previamente definidas, com pouca margem para exploração, escolha ou investigação pela criança. É o caso, por exemplo, de uma rotina em que todas as crianças fazem a mesma atividade ao mesmo tempo, seguindo um modelo pronto elaborado pela professora; fichas de pintura ou coordenação motora com respostas esperadas; repetição de letras, números, cores e formas de maneira descontextualizada; atividades de “copiar o exemplo”; uso excessivo de apostilas; ou momentos em que a professora demonstra e a criança reproduz.
Também é comum haver uma concepção mais tradicional do ensino quando o adulto entende que ensinar é principalmente “transmitir” um conteúdo. A professora apresenta os animais, as cores ou as estações do ano, por exemplo, e depois verifica se as crianças memorizaram os nomes. Em certa medida, muitas escolas de educação infantil funcionam como um simulacro do ensino fundamental, pois foram construídas por escolas e professores especializados em outros estágios da vida da criança e a partir de uma concepção de escola conteudista. A experiência parte do que o adulto quer ensinar e segue um percurso já determinado, em vez de ser construída também a partir das perguntas, interesses, hipóteses e experiências das crianças. Mesmo em escolas privadas de elite, a presença das famílias, tão importante nas propostas participativas, pode escorregar numa pressão por “aprender conteúdos”, levando à alfabetização precoce e a perda daquilo que seria relevante à primeira infância.
Tendo compreendido isso, e ciente que metodologias ativas são abordagens pedagógicas que colocam a criança como protagonista de seu próprio processo de aprendizagem, fica mais fácil entender que na educação infantil é essencial focar na diferença entre “criança receptora versus criança participante”.
Em uma abordagem mais tradicional, a professora apresentará imagens de animais, explicará onde vivem, o que comem e quais são suas principais características. Depois, as crianças poderão repetir os nomes, relacionar cada animal ao seu habitat ou realizarão uma atividade para verificar se compreenderam o conteúdo.
Em uma abordagem baseada em metodologias ativas, como fazemos no Colégio Itatiaia, o ponto de partida será um desafio: “Encontramos pegadas no jardim da escola. De que animal elas poderiam ser?” A partir daí, as crianças observam formatos e tamanhos, levantam hipóteses, comparam imagens de patas, procuram pistas no ambiente, discutem entre si e pesquisam com a professora. Podem ainda reproduzir pegadas com argila, medir seus tamanhos e descobrir por que diferentes animais possuem patas tão distintas.
Por Que as Metodologias Ativas São Importantes na Educação Infantil
Benefícios para o Desenvolvimento da Criança
Essas abordagens promovem desenvolvimento integral, abrangendo aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores. Quando a criança participa ativamente de sua aprendizagem, desenvolve maior confiança em suas capacidades, autonomia para tomar decisões e responsabilidade pelos seus resultados. Essas competências são fundamentais para a formação de indivíduos seguros e independentes. Obviamente, na educação infantil, fala-se em oportunizar, porque a segurança é um fator fundamental, e assim, deve-se criar oportunidades para esse aprendizado ativo, mas sempre com o olhar atento, aos riscos envolvidos no momento.
Há também uma diferença importante em relação à autonomia. Na Educação Infantil, autonomia pode significar escolher um material, tentar vestir-se sozinho, decidir como construir algo, formular uma hipótese ou buscar uma solução antes de pedir ajuda. No Fundamental, ela pode envolver organizar uma pesquisa, dividir tarefas em um projeto, selecionar fontes ou planejar como resolver um problema. A autonomia na educação infantil é um dos maiores ganhos do uso da metodologia ativa.
Por isso, vou resumir assim: na Educação Infantil, as metodologias ativas ajudam principalmente a formar as bases do ser; no Ensino Fundamental, ajudam cada vez mais a utilizar essas bases para aprender conteúdos, investigar e resolver problemas.
Impacto no Processo de Ensino-Aprendizagem
O impacto dessas abordagens no processo de ensino-aprendizagem é profundo e mensurável. Pesquisas demonstram que crianças que aprendem através delas apresentam maior retenção de conhecimento, pois a aprendizagem é significativa e conectada a experiências concretas. Quando a criança constrói o saber ativamente, internaliza-o de forma mais profunda do que quando apenas recebe informações passivamente.
Um estudo da área de psicologia cognitiva, conduzido por Chi e Wylie (2014) , mapeou os níveis de engajamento das crianças (Passivo, Ativo, Construtivo e Interativo) pré escolares. A pesquisa demonstrou que quando elas interagem diretamente com os materiais físicos e manipulam ideias em vez de apenas receberem informações de forma passiva, a compreensão profunda e a memória de longo prazo aumentam significativamente. (ver 1)
A motivação intrínseca potencializa-se nessas metodologias. A criança aprende porque está genuinamente interessada, porque o aprendizado faz sentido para ela e porque tem liberdade para explorar seus interesses. Isso resulta em maior engajamento, menos resistência à aprendizagem e desenvolvimento de uma relação positiva com o conhecimento que perdura ao longo da vida.
As metodologias ativas como estratégias de ensino e aprendizagem também transformam a relação entre professor e aluno. Sobre isso é interessante conhecer o trabalho de Bonawitz. O pesquisador testou 85 crianças em um museu de ciências utilizando um brinquedo desconhecido que possuía quatro funções ocultas (fazer som de “squeak”, acender uma luz, tocar música e um espelho invertido). As crianças foram divididas em quatro condições:
- Pedagógica: O adulto agia como professor, fazia contato visual e demonstrava a função do som explicitamente (“Vejam como meu brinquedo funciona!”).
- Interrompida: O adulto começava a ensinar, mas se interrompia dizendo que precisava resolver outro problema.
- Ingênua (Naïve/Acidental): O adulto fingia encontrar o brinquedo e acionava o som sem querer, demonstrando surpresa.
- Linha de Base (Baseline): O adulto apenas mostrava o brinquedo sem ativar nenhuma função.
Resultou que as crianças na condição Pedagógica brincaram por menos tempo, realizaram menos ações únicas e descobriram menos funções ocultas do que as crianças das outras três condições. Elas focaram quase exclusivamente na função ensinada pelo adulto. O sistema meramente explanatório deixa a desejar.
Principais Metodologias Ativas Aplicadas na Educação Infantil
Aprendizagem Baseada em Projetos
A Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) é uma metodologia ativa frequentemente usada na educação infantil. Um projeto pode começar com uma pergunta intrigante, um problema a ser resolvido ou um tema de interesse das crianças. Ao longo do desenvolvimento, elas pesquisarão, experimentarão, discutirão e criarão soluções, desenvolvendo competências multidisciplinares de forma integrada. O professor não desaparece do processo. É ele quem cria a situação, seleciona materiais, provoca perguntas e ajuda as crianças a transformar curiosidade em conhecimento.
Na educação infantil, os projetos são adaptados ao nível de desenvolvimento e podem envolver atividades práticas, exploração de materiais, brincadeiras dirigidas e criação de produtos finais. Por exemplo, um projeto sobre “insetos” pode incluir observação no jardim, leitura de histórias, criação de arte temática, construção de habitats e apresentação das descobertas para a família. Essa abordagem integra aprendizagem acadêmica com vivenciais significativas.
A escola Itatiaia usa projetos na educação infantil como uma forma de transformar os conteúdos, interesses das crianças e objetivos da BNCC em experiências vivas de aprendizagem.
Na prática, o projeto não é apenas uma atividade pontual, como “fazer um cartaz” ou “montar uma lembrancinha”. Ele funciona como um percurso investigativo: a professora observa a turma, identifica curiosidades, necessidades de desenvolvimento e conteúdos importantes, e organiza situações em que as crianças possam explorar, levantar hipóteses, experimentar, conversar, brincar, registrar e construir conhecimento juntas.
Nos projetos do Itatiaia, a criança aprende usando muitas linguagens. Ela fala, desenha, constrói, dramatiza, canta, observa, compara, negocia com os colegas e registra suas descobertas. Essa abordagem também aparece no material socioemocional da escola. Nos cadernos com Carolzinha e Betuca, por exemplo, as crianças são convidadas a desenhar, colar, conversar, ouvir músicas, relatar experiências e reconhecer sentimentos como alegria, tristeza, medo, raiva, orgulho, vergonha e calma. Ou seja, mesmo quando o foco é socioemocional, a aprendizagem acontece por meio de experiências, expressão, investigação e registro — elementos típicos do trabalho por projetos.
Aprendizagem por Descoberta e Exploração
A aprendizagem por descoberta coloca a criança em contato direto com materiais, ambientes e fenômenos, permitindo que explore livremente e construa compreensão através da experiência sensorial e manipulação de objetos. Essa metodologia reconhece que na educação infantil, o aprender ocorre principalmente através dos sentidos e da ação motora. O estudo de Perry et al. (2006) demonstra que quando as crianças têm oportunidades de tomar decisões em seu processo de aprendizagem, elas apresentam maior engajamento e persistência.
Na prática, isso significa disponibilizar materiais variados (areia, água, blocos, sucata, plantas) e ambientes estimulantes (áreas de exploração, laboratórios de descoberta, espaços verdes) locais nos quais as crianças possam experimentar livremente e TEMPO para isso. O papel do educador é observar, fazer perguntas provocativas que estimulem o pensamento, e oferecer novos desafios conforme a exploração avança. Essa abordagem desenvolve curiosidade, o pensamento científico e a compreensão mais profunda. Os princípios de autonomia da educadora Maria Montessori relacionam-se com essa metodologia e são incorporados na prática da nossa escola de educação infantil (Colégio Itatiaia).
Gamificação e Ludicidade
A gamificação e a ludicidade são metodologias ativas que aproveitam a natureza lúdica infantil para promover aprendizagem. Jogos, brincadeiras e elementos de jogo (pontos, desafios, recompensas) tornam o aprender mais motivador e divertido, mantendo o engajamento. Na educação infantil, onde o brincar é a linguagem natural, essa abordagem é particularmente eficaz. Verdade seja dita, a prática da escola infantil já é muito mais alicerçada em metodologias ativas, do que as escolas de ensino fundamental, até pela dificuldade de tentar manter crianças pequenas em um cenário de aulas tradicionais. Como a Peak School teve sua origem no Itatiaia e nossa escola tem uma prática de 46 anos com várias unidades de educação infantil, foi natural incorporar as metodologias ativas ao nosso fundamental I e II.
Exemplos práticos incluem jogos de mesa que desenvolvem raciocínio lógico, brincadeiras de movimento que trabalham coordenação motora (circuitos com colchonetes, caixas de papelão abertas simulando túneis.), caças ao tesouro que estimulam exploração e observação, e desafios colaborativos que promovem trabalho em equipe (parlendas e cantos). A gamificação não significa apenas usar jogos prontos, mas integrar elementos lúdicos em atividades de aprendizagem, tornando-as mais atrativas e eficientes. O brincar, nessa perspectiva, é um método pedagógico poderoso, não apenas uma atividade recreativa. Devemos ainda compreender que o jogo simbólico (faz de conta), em que um bloco de madeira pode substituir um caminhão ou um foguete, podem acontecer já aos dois ou três anos.
Metodologia Montessori
A Metodologia Montessori, desenvolvida por Maria Montessori, é uma das abordagens ativas mais consolidadas e respeitadas mundialmente. Baseia-se na observação do desenvolvimento natural da criança e na criação de um ambiente preparado que estimula a aprendizagem autônoma. Nessa perspectiva, a criança escolhe suas próprias atividades, trabalha em seu próprio ritmo e aprende através da manipulação de materiais concretos especialmente desenvolvidos. Os materiais desenvolvidos por Montessori possuem o que se chama de “controle de erro”. Se a criança erra ao montar uma torre ou encaixar cilindros, o próprio objeto denuncia a montagem incorreta (sobra uma peça ou a estrutura fica torta). Desta forma, temos uma descoberta do erro pela própria criança.
Os princípios fundamentais incluem: liberdade de escolha dentro de limites claros, respeito pelo ritmo individual, aprendizagem através dos sentidos, desenvolvimento da independência e autonomia, e um ambiente cuidadosamente preparado. A professora Montessori é uma observadora e facilitadora, oferecendo “lições” curtas e específicas quando a criança demonstra interesse ou necessidade. Essa metodologia é particularmente eficaz na educação infantil porque respeita profundamente as características da criança pequena.
Reggio Emilia
A abordagem de Reggio Emilia também é considerada uma metodologia ativa. Assim como o método Montessori, ela coloca a criança no centro do processo de aprendizagem, mas traz uma proposta diferente: o foco na coletividade, na Expressividade Artística e na Investigação. A proposta é alinhada com a metodologia de projetos explicada anteriormente. Se as crianças demonstram curiosidade sobre poças d’água no pátio após a chuva, o professor transformará esse tema em um projeto “científico e artístico” para investigar a água, o reflexo e a evaporação.
Abordagem Waldorf
A Abordagem Waldorf, desenvolvida por Rudolf Steiner, enfatiza o desenvolvimento integral da criança, integrando aspectos cognitivos, artísticos, práticos e espirituais. Essa metodologia ativa valoriza a imaginação, a criatividade e a conexão emocional com o conhecimento. Na educação infantil Waldorf, o aprender ocorre principalmente através de brincadeiras livres, atividades artísticas, música, movimento e contato com a natureza.
Essa abordagem reconhece que cada criança passa por fases de desenvolvimento distintas e que o ensino deve estar alinhado com essas fases. Na educação infantil, enfatiza-se o brincar livre, a imitação criativa, a participação em atividades práticas e artísticas, e o desenvolvimento de uma relação amorosa com o aprendizado. Ritmos naturais, celebração das estações do ano e integração com a natureza são elementos centrais. Essa perspectiva resulta em crianças criativas, equilibradas emocionalmente e com relacionamento positivo com o conhecimento.
Como Implementar Metodologias Ativas na Educação Infantil
Estratégias Práticas para Professores
A implementação começa com uma mudança de mindset do educador. O professor deve fazer questionamentos sobre o arquétipo do que acredita que seja uma escola. Ao trabalhar com crianças muito pequenas, fica evidênte que aulas de conteúdo fazem pouco sentido, e que as professoras que se preocupam mais com o processo e com os alunos, do que com conteúdos, tem resultados melhores. Estratégias práticas desse novo professor incluem: fazer perguntas abertas que estimulem o pensamento crítico (“O que você acha que acontecerá se…?”), oferecer múltiplas formas de abordar um tema, permitir que as crianças façam escolhas, valorizar o processo de aprendizagem tanto quanto o resultado, e documentar observações para compreender melhor cada criança.
Outra estratégia fundamental é criar rotinas que incluam tempo para exploração livre, projetos colaborativos e atividades dirigidas. O equilíbrio entre estrutura e liberdade é essencial. Também é importante diversificar as estratégias de ensino, utilizando diferentes metodologias conforme o objetivo de aprendizagem e características do grupo. Não é necessário ser rígido em nenhuma dessas metodologias e essa inclusive é a crítica mais forte que se pode fazer à abordagens que canonizaram Montessori ou Reggio e ignoram a realidade da educação de 2026 em comparação com o cenário em que Malaguzzi, Steiner ou Maria Montessori produziram suas considerações. Como usar metodologias ativas na educação infantil requer planejamento intencional mas flexível, disposição para adaptar conforme as necessidades emergem, e confiança no potencial de aprendizagem das crianças.
Documentação e avaliação contínua são estratégias práticas essenciais. Registrar observações sobre o desenvolvimento de cada criança, fotografar e filmar momentos de aprendizagem, e compartilhar essas documentações com as famílias não apenas fornece dados sobre o desenvolvimento, mas também ajuda o educador a refletir sobre sua prática e ajustá-la conforme necessário. Destaco que essas práticas também se relacionam com a proposta de Reggio.
Preparação do Ambiente de Aprendizagem
O ambiente funciona como um “terceiro educador” nessas metodologias. Um espaço bem preparado estimula a exploração, a curiosidade e a aprendizagem autônoma. Na educação infantil, isso significa criar espaços seguros, acessíveis e visualmente atraentes, organizados de forma que as crianças compreendam facilmente onde estão os materiais e como utilizá-los. A dicotomia entre risco e aprendizado deve privilegiar a segurança, mas não absolutamente e esse é um desafio que deve ser explicado às famílias.

Elementos essenciais de um ambiente preparado incluem: materiais diversos e de qualidade organizados em prateleiras acessíveis, áreas específicas para diferentes tipos de atividades (exploração, leitura, arte, movimento), materiais naturais e concretos que estimulem os sentidos, espaço para brincadeira livre, área verde quando possível, iluminação natural adequada, e decoração que reflita o trabalho das crianças. O espaço deve ser flexível, permitindo reorganização conforme os projetos evoluem.
A quantidade de materiais é importante: nem tão poucos que limitem a exploração, nem tantos que causem confusão. Os recursos devem ser de qualidade, seguros, e oferecer oportunidades de aprendizagem real. Brinquedos educacionais, blocos de construção, materiais de arte, livros, instrumentos musicais, e materiais para exploração sensorial são exemplos de recursos que devem estar presentes em um ambiente preparado para essas metodologias.
Equipe Peak School – Carlos Lavieri. 2026
- Chi, M. T. H., & Wylie, R. (2014). The ICAP Framework: Linking Cognitive Engagement to Active Learning Outcomes. Educational Psychologist, 49(4), 219–243. Retrieved from https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1044018.pdf
- Bonawitz, et. all (2011). The Double-Edged Sword of Pedagogy: Instruction Limits Children’s Spontaneous Exploration and Discovery. Current Directions in Psychological Science. Retrieved from https://dspace.mit.edu/bitstream/handle/1721.1/60992/Schulz_The%20double-edged.pdf
- Perry, N. E., Turner, J. C., & Meyer, D. K. (2006). Classrooms as Contexts for Motivating Learning. In P. Alexander & P. Winne (Eds.), Handbook of Educational Psychology (2nd ed., pp. 327–348). Taylor & Francis.